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	<title>Redes Sociais &#8211; Cíntia Regina Lacerda Rabello</title>
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	<description>Tecnologias Digitais e Ensino de Línguas</description>
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		<title>Redes Sociais como ambientes de aprendizagem</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2020 21:21:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relato de experiência]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Profissional Docente]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar de inúmeras críticas relacionadas, entre outras questões, a problemas de privacidade e formação de bolhas de informação, se bem utilizadas, as plataformas de redes sociais constituem importantes ambientes de aprendizagem, podendo ser utilizadas tanto na educação formal, quanto na]]></description>
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<p>Apesar de inúmeras críticas relacionadas, entre outras questões, a problemas de privacidade e formação de <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.ted.com/talks/eli_pariser_beware_online_filter_bubbles/transcript" target="_blank">bolhas de informação</a>,  se bem utilizadas, as plataformas de redes sociais constituem importantes ambientes de aprendizagem, podendo ser utilizadas tanto na educação formal, quanto na educação informal. </p>



<p>Enquanto professora de língua inglesa, utilizei durante algum tempo, os sites de rede social Orkut e Facebook como Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA) na expansão da minha sala de aula para além do ambiente físico tradicional. Nestes ambientes, incentivei a partilha de recursos relacionadas às temáticas do curso e à discussão de tópicos na língua-alvo, ampliando as possibilidades de colaboração e de interação entre os estudantes, e também as oportunidades de aprendizado (compartilho dois artigos de pesquisa sobre uma dessas experiências na página <a rel="noreferrer noopener" href="http://cintiarabello.com.br/publicacoes/" target="_blank">Publicações</a>).</p>



<p>Enquanto docente em constante formação, utilizo as redes sociais como <strong>Ambientes Pessoais de Aprendizagem</strong>, ou o que chamamos em inglês de PLE (<em>Personal Learning Environments</em>), ou seja, ambientes organizados, de maneira pessoal e informal, para a aprendizagem, incluindo diferentes ferramentas da Web 2.0, tais como Sites de Redes Sociais, Blogs, entre outros. No livro <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.um.es/ple/libro/" target="_blank">Entornos Personales de Aprendizaje: claves para el ecosistema educativo en red</a>, Linda Castañeda e Jordi Adell retomam uma definição de 2010 na qual definiam os ambientes pessoais de aprendizagem como </p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>&#8220;… el conjunto de herramientas, fuentes de información, conexiones y actividades que cada persona utiliza de forma asidua para aprender” (Adell y Castañeda, 2010, pág. 23)</p></blockquote>



<p>E adicionam que</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>&#8220;<em>Es decir, el PLE de las personas se configura por los procesos, experiencias y estrategias que el aprendiz puede –y debe– poner en marcha para aprender y, en las actuales condiciones sociales y culturales, está determinado por las posibilidades que las tecnologías abren y potencian. Eso implica que hoy algunos de esos procesos, estrategias y experiencias son nuevos, han surgido de la mano de las nuevas tecnologías de la información y la comunicación, pero implica también que es deseable que sean utilizados frecuentemente y que sirvan para enriquecer la manera en la que aprenden las personas tanto de forma individual como con otros.</em></p><p><em>En el PLE de las personas se integran, además de las experiencias clásicas que configuraban nuestro aprendizaje en la educación formal, las nuevas experiencias a las que nos acercan las herramientas tecnológicas actuales, especialmente las aplicaciones y servicios de la Web 2.0, y los procesos emergentes –individuales y sobre todo colectivos– de dicha ecología del aprendizaje .&#8221; (</em>p. 15)</p></blockquote>



<p>Nesse sentido, venho integrando diversas tecnologias e aplicações da Web 2.0 para me desenvolver continuamente enquanto professora e educadora, tais como <em>Facebook</em>, <em>Pinterest</em>, <em>You Tube</em>,  <em>Instagram</em>, entre outras. A partir do uso dessas tecnologias como ambientes de aprendizagem me conecto à outros educadores, professores, pesquisadores, grupos de pesquisa, instituições educacionais, organizações, etc., criando também uma <strong>Rede Pessoal de Aprendizagem</strong>, ou em inglês, PLN (<em>Personal Learning Network</em>) com as quais compartilho informações, recursos, experiências, etc, e aprendo também. Posso dizer que muito do que aprendi sobre tecnologias em educação, principalmente em relação ao uso de algumas tecnologias digitais específicas, foi a partir do meu Ambiente Pessoal de Aprendizagem e às pessoas que constituem a minha Rede Pessoal de Aprendizagem.   </p>



<p>A partir das conexões criadas por meio dessas tecnologias é possível promover a curadoria e o compartilhamento de conteúdos e informações e desenvolver a colaboração e a aprendizagem mútua.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="640" height="426" src="http://cintiarabello.com.br/wp-content/uploads/2020/07/close-up-photography-of-yellow-green-red-and-brown-plastic-163064-1.jpg" alt="" class="wp-image-653" srcset="http://cintiarabello.com.br/wp-content/uploads/2020/07/close-up-photography-of-yellow-green-red-and-brown-plastic-163064-1.jpg 640w, http://cintiarabello.com.br/wp-content/uploads/2020/07/close-up-photography-of-yellow-green-red-and-brown-plastic-163064-1-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption>Redes de aprendizagem </figcaption></figure></div>



<p>Dois exemplos bastante pertinentes sobre a relevância das redes sociais para o desenvolvimento profissional docente em relação à integração das tecnologias digitais à educação neste período de Pandemia da COVID-19, são as <em>Lives</em>, divulgadas prioritariamente nas redes sociais, e a formação de grupos de apoio, ou comunidades de prática online.</p>



<p>Desde o início da pandemia, e a consequente suspensão das aulas presenciais, iniciou-se um movimento de educadores e instituições nas redes sociais promovendo e divulgando diversas <em>lives</em>, webconferências, webinários, seminários virtuais, entre outros, com o intuito de fomentar a discussão sobre possibilidades e desafios para a educação neste contexto. Foram muitos os eventos, em grande parte transmitidos via YouTube, Facebook e/ou Instagran. Assisti vários deles e criei uma playlist no YouTube intitulada <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.youtube.com/watch?v=aJgQiMKEeX8&amp;list=PLQIXzJxs_Wv4DOSE8-9lF-Fk0-hy8pNfW" target="_blank">Lives Pandemia &amp; Educação </a>com aqueles que mais gostei e que imagino que possam contribuir para meu o desenvolvimento profissional docente  e também o de colegas de profissão. Também criei um mural virtual no <a rel="noreferrer noopener" href="https://padlet.com/cintia_rabello/curadoria" target="_blank">Padlet</a> com diversos artigos também compartilhados por conexões nas redes sociais, principalmente no Facebook.</p>



<p>Outro exemplo da relevância das redes sociais para o desenvolvimento profissional docente é a utilização da ferramenta de grupos do Facebook para a construção de comunidades de prática e grupos de apoio.</p>



<p>Uma experiência recente em Portugal foi a criação do grupo público <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.facebook.com/groups/eLearningApoio" target="_blank">E-learning Apoio</a>, criado  por um grupo de professores no Facebook no dia seguinte à suspensão das aulas presenciais. O grupo auto-organizado teve como objetivo oferecer apoio aos professores que não tinham experiência com o <em>e-learning</em> ou tecnologias digitais na educação. Seus membros compartilharam diversos recursos, materiais, tutoriais e experiências ao longo do período de fechamento das escolas e instituição do ensino remoto de emergência, construindo, assim, uma verdadeira comunidade de prática e de formação mútua para auxílio e troca de experiências na condução das aulas remotas no país. O grupo, que continua ativo, conta com mais de 30.000 membros, o que constitui cerca de 1/3 dos professores do país, conforme relatado pelo Prof. António Dias Figueiredo no <a rel="noreferrer noopener" href="http://www.22.mkitd3.com/vl/b8052793eb14-ddd59c56bc6c64123b68a7c23af8e9e0e3ygOe?fbclid=IwAR2kB6LLqIhX8a-ZNNgfmibBRbrwkcLO_qpzQiVEXjvFzMwZlVOoD54oeZI" target="_blank">Flash Live Event #somossolução</a> realizado por diversos educadores portugueses.</p>



<p>No Brasil, tivemos uma experiência semelhante, com a criação do grupo, também no Facebook, <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.facebook.com/groups/642353536603398" target="_blank">Docência Onlife &#8211; apoio</a>, hoje com 1.000 membros. Segundo a descrição do grupo,</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>Docência OnLIFE é um grupo público para compartilhamento de práticas de docência, desenvolvidas por professores de diferentes níveis e contextos de educação, a partir do uso/apropriação de tecnologias digitais em rede.Pesquisadores dá área estarão disponíveis para auxiliar. O objetivo é a solidariedade, onde cada um contribui com o que sabe, a fim de constituirmos juntos uma grande comunidade de aprendizagem e de prática que poderá beneficiar a todos.</p></blockquote>



<p>No grupo são compartilhados artigos científicos, notícias, tutoriais, divulgação de webinários, atividades de formação continuada, vídeos, e-books e uma infinidade de recursos que visam o desenvolvimento profissional docente e a aprendizagem coletiva e colaborativa neste momento tão complicado.</p>



<p>E aí? O que está esperando para criar seu PLN e seu PLE aproveitando as potencialidades das redes sociais para a aprendizagem colaborativa e o desenvolvimento profissional docente?</p>
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